Dom Dulcênio reza Missa em intenção da alma de Dom Henrique Soares

“Falamos do amor de Deus, e corremos o risco de não conjugarmos a sua profundidade no cotidiano da nossa existência”. Com essas palavras Dom Dulcênio norteou sua reflexão neste XVI Domingo do Tempo Comum, e também rezou a Missa em intenção da alma de Dom Henrique Soares.

A Missa do Lar, deste domingo (19) na Catedral Diocesana, presidida por Dom Dulcênio Fontes de Matos, e concelebrada pelo Padre Luciano, com o serviço do Diácono Ricardo e dos seminaristas, trouxe em intenção, o sufrágio da alma de Dom Henrique Soares, Bispo de Palmares, falecido nesse sábado (18), vítima da Covid-19.

Inicialmente Dom Dulcênio expressou seu pesar pela morte de Dom Henrique: “Hoje nós colocamos no altar do Senhor, nossa intenção, pedindo a Deus que acolha no paraíso, o nosso querido irmão Dom Henrique Soares, meu irmão no Episcopado. Um grande Bispo da nossa Igreja. Com sentimento de saudade e esperança, nós acreditamos na ressurreição”. Destacou o Bispo de Campina Grande.

Ao receber a notícia do falecimento de Dom Henrique, o Bispo de Campina Grande, Dom Dulcênio, emitiu uma nota de pesar, lamentando profundamente a partida do seu irmão bispo; na nota Dom Dulcênio diz:

“Dom Henrique deu um eloquente testemunho cristão em toda sua vida, sobretudo nestes últimos dias, quando convalescendo, confiava no seu Senhor, a quem entregou sua vida e resignado permanecia em oração. Neste momento de dor e saudade, mas, sobretudo de fé, nossa Diocese e eu, estamos profundamente unidos à Diocese de Palmares nas preces em sufrágio da alma deste nosso irmão, bem como pelo consolo de todos os seus diocesanos e familiares”. Confira a nota completa clicando aqui.

Homilia

A reflexão de Dom Dulcênio para este XVI Domingo do Tempo Comum, foi pautada na temática do amor de Deus e das suas características, que se expressa na fidelidade, na prudência e na justiça:

“A onipotência misericordiosa é fiel, por isso paciente, prudente e justa. Isto nos inspira a que nos esforcemos, desde já como em estados de urgência e necessidade, a tentarmos viver a vida de Deus em nós, copiando-Lhe tais atitudes na nossa capacidade de amar. Se desta forma nos esmerarmos, seremos mais humanos, tal como disse a Primeira Leitura: “Assim procedendo, ensinaste ao teu povo que o justo deve ser humano” (Sb 12,19); e, sendo humano, faremos valer a nossa condição de imagem e semelhança de Deus, porque, como Ele, somos capazes de amar”. Ensinou Dom Dulcênio.

O Bispo explicou que o amor divino também se traduz na vida do justo, na vida daqueles que buscam com coerência tornar prática a vida de fé, aqueles que buscam copiar os mesmos sentimentos de Deus, a estes, segundo Bispo, nosso Senhor os garante que brilharão como o sol:

“Ser justo é, pela vida de fé, copiar e propagar o amor de Deus em todas as nossas atitudes. É ter os mesmos sentimentos de Deus por uma comunhão com Ele iniciada nesta vida que ruma à plenitude desta mesma comunhão no céu, porque garantiu-nos o Senhor na conclusão do Evangelho de hoje: “Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai”. Quem tem ouvidos, ouça”. Concluiu.

Por: Ascom
Fotos: Joaquim Urtiga

 

 

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