XXV Domingo do Tempo Comum: “O Senhor nos chama para a Sua vinha”, diz Bispo de Campina Grande

“Ele nos chama para estarmos com Ele, mesmo com muita gente mais capacitada e mais santa do que nós”. Em torno dessa reflexão, o Bispo de Campina Grande, Dom Dulcênio Fontes de Matos, rezou a Santa Missa do Lar, na manhã deste domingo (20), na Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Conceição.

A Missa foi concelebrada pelo Vigário Geral da Diocese, Padre Luciano Guedes, contou com o auxílio litúrgico do Diácono Érik Nóbrega e o apoio dos Seminaristas; com transmissão da Rádio Caturité e das redes sociais da Diocese, os fiéis que acompanharam refletiram a liturgia desde 25° Domingo do Tempo Comum, em que o Senhor faz um convite aos operários para trabalharem na vinha.

O Evangelho conta a história do patrão que saiu à procura de trabalhadores para a vinha, desde as primeiras horas do dia até às cinco horas da tarde. A partir dessa narrativa, o Bispo de Campina Grande explicou que o patrão é uma prefiguração de Deus que, mediante à sua ação divina, vai até o último instante, a fim de trazer para Si, os seus.

“Em sua providência, o Senhor nos quer. Ao atendê-Lo, Ele nos capacita, nos forma, nos molda. Atendendo-O, adentramos na escola de conversão, de volta para Ele. Só com esta pedagogia paulatina, somos denominados “operários de sua vinha”, comentou.

O texto sagrado do Evangelho de Mateus, fala de uma recompensa: o patrão recompensou com o mesmo peso a todos os trabalhadores, independentemente da hora que se dispôs a trabalhar; com isso, Dom Dulcênio, falava da lógica de Deus, que o Senhor faz um convite à conversão, e que a recompensa é o céu.

O Bispo ensinou que sempre é tempo de voltar para Deus, recordou o bom ladrão que se arrependeu no instante da morte, contou exemplos e citou grandes santos da igreja que passaram por um longo período no processo de conversão, encontrando-se com a verdade, a qual o fizeram mudar de vida:

“Quantos, mais pecadores do que nós, suscetíveis à voz do Senhor, largaram as luzes incandescentes, o movimento fustigante, o som alienante e ensurdecedor das praças do mundo e abraçaram a vinha do Senhor, empregando todas as suas energias neste valoroso intento, encontrando-se a si mesmos? Pensemos em alguns santos da nossa Igreja, inclusive, São Francisco de Assis, Santo Agostinho, São Cipriano”, disse.

Dom Dulcênio concluiu sua homilia explicando que, para quem é sensível ao chamado do Senhor, o chamamento é sedutor e irrecusável e, se dispondo à vinha, a certeza é de que o patrão recompensará ao chegarmos ao final de nossa vida:

“Ouvir o chamado de Cristo é querer viver e morrer Nele, em todas as instâncias da vida. Se assim procedermos, teremos produzido um grande serviço na Vinha, uma grande manifestação de Jesus em nós para a vida do mundo. Ouvir o chamado de Cristo é querer viver como templo de Sua graça, de Sua presença divina em nós, em nosso ser”, findou.

No final da Santa Missa, o Padre Luciano lembrou que a Diocese continua com a Campanha pela Vida – recebendo doações de frascos de vidro com tampa plástica para o banco de leites e fraldas. Lembrou ainda que, esta semana, a Diocese ganhará dois novos padres: o Diácono Wesley que será ordenado padre dia 21 e o Diácono Jefferson que será ordenado padre no dia 23.

Por: Ascom
Fotos: Rafael Augusto

 

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