“Somos convidados a fazer a experiência do amor”. Dom Dulcênio Fontes de Matos, no XXX Domingo do Tempo Comum

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, … ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” é o Evangelho deste 30º Domingo do Tempo Comum que aponta para a máxima do amor: amar a Deus e ao próximo. Foi nessa linha que o Bispo Diocesano de Campina Grande, Dom Dulcênio Fontes de Matos, desenvolveu sua reflexão na manhã deste domingo 25, em Missa presidida na Catedral de Nossa Senhora da Conceição.

A Missa foi concelebrada pelo Padre Luciano Guedes, Pároco da Catedral, O Padre Jefferson Barbosa, da Paróquia de Alcantil e assistida pelo Diácono Ricardo, além da presença dos Seminaristas; na ocasião, os membros do Movimento do Cursilho de Cristandade estiveram reunidos e participaram da celebração comemorando os 45 anos na Diocese, bem como todo o povo de Deus; ainda por conta das restrições sanitárias, a Catedral disponibilizou apenas 30% da capacidade.

A experiência de amar: este foi o tema pregado por Dom Dulcênio, que se pôs a meditar na narrativa contínua do evangelista Mateus, que segue mostrando como Jesus foi perseguido pelos inúmeros grupos de religiosos que desejavam encurralá-lo.

“Aqueles que desejaram experimentar o Senhor, na realidade foram experimentados, porque, do próprio Jesus, da Sua resposta àquela pergunta repleta de más intenções, recebem um convite à uma grave e grandiosa experiência: a de amar. Como aquele fariseu, que indagou a Jesus – “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” – somos convidados a fazer a experiência do amor, praticando-o, sentindo-o, imolando-se, estando atento a todas as ocasiões que a vida oferece para praticar a boa ventura de amar, num transcender do próprio intimismo à uma alteridade, amando Deus sobre tudo e ao próximo como a si mesmo (cf. Mt 22,39). Isto é o que chamamos ágape, caridade: um amor gratuito, desinteressado”, ensinou.

O Bispo prosseguiu sua homilia, formando os fiéis acerca da importância da experiência com o amor ao próximo; segundo o Dom Dulcênio, amar a Deus e ao próximo são questões inseparáveis: “O que Jesus acentua é que Deus e o ser humano formam um binômio correlativo e inseparável, de tal maneira que o amor ao próximo pode ser visto como um reflexo do amor a Deus. Não é cristão refugiar-se no amor de Deus, desinteressando-se do ser humano. Entendam: O segundo mandamento, ama o teu próximo como a ti mesmo, é uma consequência necessária do primeiro”, concluiu.

Por: Ascom
Fotos: Joaquim Urtiga

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