“Sacrificar-se: Este é o convite do do XXII Domingo do Tempo Comum”. Disse Dom Dulcênio

Neste dia 30 de abril, a Igreja celebra o vigésimo segundo Domingo do Tempo Comum e na Catedral de Nossa Senhora da Conceição, Dom Dulcênio Fontes de Matos, Bispo Diocesano, presidiu a Santa Missa do Lar, que foi concelebrada pelo Vigário Geral e Pároco da Catedral, Padre Luciano Guedes, contando com os serviços litúrgicos do Diácono Ricardo e a ajuda dos seminaristas.

Como de costume, desde a reabertura da Catedral, neste tempo de pandemia, o templo têm recebido um bom número de fiéis que, respeitando o distanciamento social e obedecendo as normas de segurança, participam das celebrações. A Missa foi transmitida pelas redes sociais e pela Rádio Caturité.

Neste vigésimo segundo Domingo, Cristo adverte: “se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga… quem perder a sua vida por causa de mim vai encontrá-la!”; nesse sentido o Bispo de Campina Grande refletiu sobre o sacrifício cristão.

“O sacrificar-se em Cristo”, este foi o tema central abordado por Dom Dulcênio em sua homilia. O Bispo destacou que o sofrimento é uma via de santificação, explicando que o sacrifício acentua uma ideia de tornar sagrado. Ao explicar o santo Evangelho, o Pastor Diocesano, ensinou que a repreensão de Pedro, a Cristo, desejando-lhe que não sofresse, é uma lógica mundana, que está avessa a ideia de sofrimento:

“O mundo com a sua lógica contraria o sacrifício, isso é retratado em Pedro. Pela reprovação, aquele que havia sido denominado pedra de edificação, é chamado de satanás e pedra de tropeço. O Cristão que rejeita alguma modalidade de sacrificar-se torna-se isto, atrapalhação dos planos de Deus”. Destacou.

Ainda durante a reflexão do Evangelho, o Bispo citou São José Maria Escrivá que ensinou: “Bebamos até a última gota o cálice da dor na vida presente. – Que importa padecer dez, vinte, cinquenta anos…, se depois vem o céu para sempre?”. Refletiu a partir deste santo.

Reveja a transmissão completa da celebração clicando aqui.

Por fim, Dom Dulcênio chamou a atenção para o Sacrifício do Altar, isto é, a Santa Missa, advertendo que o cristão católico não pode jamais perder de vista a dimensão sacrifical: “Não nos esqueçamos nunca: A Missa é o sacrifício de Cristo, escondido e silencioso; continuidade do Calvário; sua atualização. Não se pode fazer o que quer no Sacrifício do Senhor, ainda que o mundo admire somente o sacrifício com espetáculo”. Disse.

“Seja o amor, também em nossos corações – por vezes comodistas e convenientes -, combustível para inflamar-nos em imolação a Deus nos vários e misteriosos momentos da nossa existência, participando do sacrifício de Cristo, único e perfeito”. Concluiu o Bispo de Campina Grande.

Ao final da celebração, o Padre Luciano Guedes leu uma carta de Dom Dulcênio agradecendo os esforços e o coração generoso de todos os que ajudam a OVS (Obra das Vocações Sacerdotais).

Por: Ascom
Fotos: Joaquim Urtiga

 

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