Santa Missa com rito de Coroação de Nossa Senhora encerra mês de maio

Postado em 31/05/21 às 23:324 minutos de leitura


O mês de maio é tradicionalmente marcado pela devoção à Nossa Senhora, e nele acentuam-se as novenas, costumes e demais celebrações em volta da Santíssima Virgem para louvar e bendizer à Mãe de Deus. Nas paróquias, vários grupos costumam recitar o terço, também é comum prepararem um altar especial com a Imagem da Virgem Maria para que, ao final do mês, aconteça a coroação desta Imagem.

Foi o que aconteceu na Catedral de Nossa Senhora da Conceição, em Campina Grande, quando na ocasião, o Bispo Diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos, presidiu a Santa Missa e, ao final, coroou Nossa Senhora. Padre Luciano Guedes concelebrou este momento e o Diácono Ricardo prestou assistência à Liturgia, alguns seminaristas também atuaram no serviço do altar.

A celebração teve transmissão pelo youtube da Diocese, contudo a catedral registrou uma boa participação dos fiéis, que estiveram cumprindo os protocolos de segurança sanitária, mantendo o distanciamento social e fazendo uso de máscara.

Na homilia desta Festa Visitação de Nossa Senhora, o Bispo de Campina Grande, falou sobre a Graça de Deus contida em Maria, que ao partir para visitar a sua prima, esteve cheia de Deus. Nesse sentido, Dom Dulcênio aprofundou sua pregação tratando-a como àquela que esteve e está próxima a Deus, repleta dos maiores favores divinos.

“Refletir sobre Maria nos remete ao plano eterno de Deus. Nele estava prevista a Encarnação do Filho, mesmo se não houvesse ocorrido pecado. A Sagrada Escritura nos apresenta Eva como aquela que sucumbiu à tentação e levou Adão a pecar (cf. Gn 3), tornando-se a mãe da humanidade decaída. Deus, no entanto, quis “salvar o que estava perdido” (Lc 19, 10), a partir da colaboração do próprio ser humano nessa obra, acolhendo a vinda do Filho, para merecer o perdão através de Maria Santíssima”, comentou.

Destacando suas virtudes, o Bispo lembrou que Nossa Senhora, foi uma mulher revestida de simplicidade, pobre espírito, uma mulher temente a Deus. Dentre suas honras, prosseguiu o Bispo, está a maternidade divina e assim aludiu:

“A Maternidade Divina foi sua grande honra, fonte de todos os privilégios com os quais Deus a adornou. Maria, toda santa e toda pura, legou ao Filho sua herança genética. A união entre ambos era admirável, a tal ponto que, ouvindo Jesus falar, alguém exclamou: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram!” (Lc 11, 27). Nenhum cristão pode deixar de honrar a Mãe de Jesus porque, afinal, o que nós honramos nela, estamos atribuindo ao seu Filho, Autor e Fonte de toda graça, além de sua cooperação pessoal”, ensinou.

Dom Dulcênio encerrou sua homilia pedindo à Virgem Santíssima, que volte seu olhar para humanidade neste momento difícil de pandemia que estamos atravessando. “Que ela interceda pela humanidade com o seu Amor de Mãe”, terminou.

Após a homilia, ao som do Salve Regina, o Bispo incensou a Imagem de Nossa Senhora da Conceição e a coroou como gesto de reverência e louvor, à Mãe de Deus e nossa.

Por: Ascom
Fotos: Joaquim Urtiga
Transmissão: Vinicius

 

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