Paróquias da Diocese celebraram a Missa de sétimo dia do Padre Hachid

Postado em 28/05/21 às 23:417 minutos de leitura

Já se passaram 7 dias da Páscoa do Padre Hachid e, como de costume, a Igreja na intenção de sufragar a alma da pessoa falecida, reúne a comunidade para orar oferecendo a Deus o perdão de seus pecados. Na Diocese de Campina Grande, várias Paróquias intencionaram nas missas celebradas neste dia 28, o sétimo dia do Padre Hachid, vitimado pela covid-19, no último sábado (22).

A Catedral, o Rosário, as Paróquias da Sagrada Família, e de Jesus Libertador, a Paróquia de Santo Antônio (Paróquia de origem do Padre Hachid), o São Vicente de Paulo, a Paróquia de São Sebastião (Picuí), onde o Padre Hachid exercia seu ministério como vigário, e a Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, onde passou boa parte de sua vida sacerdotal.

Foi na Paróquia do Sagrado Coração Jesus, precisamente no Santuário, localizado no bairro do Catolé, que Dom Dulcênio Fontes de Matos, Bispo Diocesano, presidiu a Santa Missa nesta intenção, concelebrada por padres diocesanos; seminaristas e diáconos também estiveram presentes. Além da família do Padre Hachid, uma boa quantidade de fiéis cumprindo os protocolos dos 30% de capacidade, também participaram.

Na homilia, o Bispo falou da esperança da ressurreição, acalentou com palavras próprias de Jesus, que promete a vida eterna. Falou também do padre Hachid e de sua rica contribuição à Igreja de Campina Grande.

“Meus irmãos e minhas irmãs, Padre Hachid, como sacerdote, era, ao mesmo tempo, um discípulo de Cristo e um outro Cristo. Como discípulo, ouviu o chamamento maravilhoso, a sublime vocação sacerdotal; como sacerdote, mesmo depois da viagem para a eternidade, continua a dar a lição do caminho do Pai: fidelidade, humildade, cumprimento dos deveres, disponibilidade integral com que se consagrou a Deus”, comentou.

Lembrando que a vida é uma preparação para a grande festa da eternidade, Dom Dulcênio falou que o Padre Hachid esteve preparado para partir porque cumpriu sua vida com alegria e felicidade, como o próprio Padre Hachid elucidou num vídeo;

“Padre Hachid era um homem de alma santa e, por ser de alma santa, o mistério do túmulo não é a última palavra do destino, encarado com a coragem das mercês do Alto, preço de suas boas obras, das virtudes praticadas, das Santas Missas celebradas, das horas de preces frente ao sacrário e, também, dos contrastes porventura suportados, herança da sorte terrena do homem, mesmo daquele que é dotado de equilíbrio e de clarividência, como Pe. Hachid”, disse o Bispo.

Ao final da Missa, homenagens foram prestadas por amigos e familiares.

Por: Ascom | Correção: Pedro Freitas
Fotos: Alisson – Pascom Sagrado.
Pedro – Pascom do Rosário
Marques – Pascom Sagrada Família
Pascom Santo Antônio 


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