Na Paróquia de São José, em Areial, Dom Dulcênio investe 29 novos Ministros Extraordinários da Comunhão

Após exatos 30 dias da visita do Bispo Diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos, à Paróquia de São José, na cidade de Areial, onde, naquela ocasião, deu posse ao Vigário Paroquial, Padre Antônio, o Bispo voltou neste sábado (03), dessa vez para outra missão: investir 29 novos ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, que atuaram auxiliando os padres na distribuição da comunhão aos fiéis, sejam nas celebrações, como também na comunhão para os enfermos e os idosos nas casas.

A Missa que contou com rito de investidura dos Ministros extraordinários aconteceu na Igreja Matriz de São José, e foi concelebrada pelo Vigário paroquial, Padre Antônio, além de reunir os fiéis dentro capacidade dos 30% disponíveis. A Missa foi transmitida pelas redes sociais da paróquia.

Rezando a liturgia deste XXVII Domingo do Tempo Comum, que mais uma vez falou sobre a vinha, Dom Dulcênio explicou as leituras proposta pela Igreja, e disse que a vinha é uma prefiguração da história de salvação, hoje, continuada pela missão da igreja:

“A ‘vinha’, principalmente depois de Isaías, como nos mostra a primeira leitura, representa Israel. Os vinhateiros são os responsáveis, os chefes religiosos que devem cuidar dela, mas que maltratam os profetas que Deus lhes envia. Deus faz então uma suprema tentativa: manda-lhes seu Filho. Mas eles o matam! Na parábola que Jesus conta, se refere à sua própria missão e também ao nascimento do novo povo de Deus, a Igreja, a partir da ressurreição de Cristo”.

A parábola do evangelho deste domingo retrata a má administração por parte dos vinhateiros, que chegando o tempo da colheita, matam os empregados, o herdeiro do proprietário, quiçá o dono da vinha: “Quando o dono da vinha voltar, o que fará com esses vinhateiros? Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros…” (Mt 21, 40-41).

Ao contar essa parábola, Jesus se referiu ao Reino de Deus, que veio, mas não foi abraçado pelos Judeus, pelo contrário, o Reino, na Pessoa de Jesus, foi rejeitado e morto. Acerca dessa explicação, o bispo ensinou que essa narrativa serve como um sinal de alerta à Igreja:

“O que aconteceu com o antigo Israel serve de advertência e julgamento para a vida de nossa Igreja. Se não formos administradores fiéis, se nos apropriarmos indevidamente dos produtos da vinha, estaremos colocando em risco a missão tão importante que Deus nos confiou. Ser cristão é dar a vida”, concluiu.

Por: Ascom
Fotos: Pascom de São José, Areial.

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