Na cidade do Congo, Dom Dulcênio celebra Missa festiva em honra à Santa Ana

A Festa de Santa Ana que costumeiramente acontece em julho, este ano, em razão da pandemia, a comunidade católica da cidade do Congo festejou sua padroeira fora de época com um novenário que iniciou no dia 20 de novembro e se estendeu até este domingo (29).

Levando em conta todos os cuidados sanitários, os fiéis não deixaram de prestigiar os momentos de fé e, neste domingo, os católicos do munícipio se encheram de alegria para festejar Santa Ana; Missa Solene pela manhã, procissão motorizada à tarde seguida de uma Missa campal presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos, concelebrada pelo Padre Gustavo, contando com a presença dos seminaristas.

Acolhido com alegria, o Pastor Diocesano retribuiu a generosidade dizendo estar feliz em celebrar na cidade, em estar junto ao seu rebanho; sua homilia foi direcionada para a celebração deste domingo que marca o início de um novo tempo litúrgico: Advento – que traz em sua característica um período de quatro semanas em preparação à festa do Natal.

“Entramos no tempo do Advento. Adventus, palavra latina que, com justeza, poderíamos traduzir como “chegada”, “presença”, “vinda”. O Senhor está para chegar. A sua chegada insere o mundo temporal (chronos) no tempo de Deus (kairós = tempo de graça). Ao assumir a nossa natureza, tomando um corpo na Encarnação, o Senhor dos tempos e da eternidade se sujeita à nossa condição”, ensinou.

O Tempo do Advento é um tempo de espera, de espiritualidade forte que vivaz que comunica ao cristão, a importância de um estado permanente de vigilância, pois não se sabe a hora em que o Senhor virá. Acerca dessa reflexão, o Bispo explicou o Evangelho e ensinou que o porteiro, trazido na narrativa do evangelista Marcos, é a igreja que precisa ser profética e anunciadora da esperança em Jesus.

“Ao se dirigir aos seus discípulos e recomendar-lhes cautela e vigilância, Jesus se dirige a toda a sua Igreja. Desde quando o Senhor ascendeu, a Igreja espera a sua volta gloriosa. Por isso, a Igreja-Esposa espera fielmente, e implora: “Vinde, não tardeis!”. Mas quem é este porteiro senão o múnus profético da Igreja nos seus pregadores? Assim como o porteiro deve estar atento aos mínimos sinais em sua guarita, os pregadores devem estar atentos aos possíveis sinais da vinda do Senhor”, disse.

Por fim, o Bispo pediu aos fiéis que fizessem deste tempo de espera um sinal do auxilio em sua caminhada, a fim de estarem atentos aos sinais e ao amor de Cristo.

A Comunidade de Santa Ana, na Cidade do Congo-PB, pertencente à Paróquia de São Pedro, tem sede na cidade de Caraúbas-PB, Forania Cariri 1.

Por: Ascom / edição e correção: Pedro Henrique
Fotos: Pascom do Congo

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