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“Excelsa Mãe da Conceição…”A grande Festa da Virgem Maria, Mãe Imaculada!

Desde o dia 29 de Novembro que a Paróquia Nossa Senhora da Conceição, a Paróquia da Catedral vivencia a Festa da Padroeira de Campina Grande. Com uma programação especial, porventura do Jubileu dos 250 anos da Igreja Matriz, a Catedral se revestiu de arte e esplendor para acolher seus filhos, o povo de Deus.

A cada noite, Padres e Bispos celebraram na Catedral, no dia 04, houve a Dedicação e Benção do Altar em Missa Solene presidida por Dom Dulcênio Fontes de Matos, o Bispo de Campina Grande. O ápice da festa aponta para o dia 8 de dezembro, dia em que a Igreja celebra no mundo inteiro a Solenidade da Imaculada Conceição de Maria.

A programação para este domingo (08), começa às 7h da manhã com a Missa dos devotos de Nossa Senhora, que será presidia pelo Padre Luciano Guedes. Às 10h a Catedral realiza segunda Missa, com a presidência de Dom Genival Saraiva, Bispo Emérito de Palmares, e Filho da Diocese de Campina Grande.

Já à tarde por 16h acontece a tradicional procissão de Nossa Senhora com destino ao Parque do Povo a onde será realizada a Missa de encerramento da Festa da Padroeira que será presidida pelo Bispo Diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos.

Trajeto da Procissão

Como de costume a procissão seguirá o mesmo caminho feito há anos, passando pelas seguintes ruas: Bento Viana (ao lado da Catedral), Afonso Campos (Por trás da Catedral), Vila Nova da Rainha, Doutor Severino Cruz (às Margens do Açude Velho) e Sebastião Donato que fica ao lado do Parque do Povo.

A Imaculada Conceição

Em 8 de dezembro de 1854, Papa Pio IX declarava “Dogma de Fé” a doutrina que ensina ter sido a Mãe de Deus concebida sem mancha por um especial privilégio divino. Na Bula Ineffabilis Deus, o Sumo Pontífice afirma: “Nós declaramos, decretamos e definimos que a doutrina segundo a qual, por uma graça e um especial privilégio de Deus Todo Poderoso e em virtude dos méritos de Jesus Cristo, salvador do gênero humano, a bem-aventurada Virgem Maria foi preservada de toda a mancha do pecado original no primeiro instante de sua conceição, foi revelada por Deus e deve, por conseguinte, ser crida firmemente e constantemente por todos os fiéis”.

A definição do Dogma da Imaculada Conceição foi cercada de fatos muito significativos. Já existia a devoção dos fiéis a esse privilégio de Maria, afirmado na S. Liturgia em obras teológicas, quando aos 17/11/1830 uma Irmã de Caridade de Paris, Catarina Labouré, que foi canonizada em 27 de julho de 1947 pelo Papa Pio XII, em oração viu Nossa Senhora. Ela declara: “Os seus pés repousavam sobre o globo terrestre; de suas mãos voltadas para a terra jorravam feixes de luz. Formou-se em torno da Virgem uma moldura oval, sobre a qual se liam em letras de ouro estas palavras: ‘Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós’”.

Por: Ascom 
Fotos: Arquivo Pascom

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