“Essa festividade acentua a presença real de Cristo na Eucaristia.” Dom Dulcênio na Solenidade de Corpus Christi

A Solenidade de Corpus Christi foi celebrada nesta quinta-feira (11) com bastante intensidade, e cada paróquia buscou com a sua programação oferecer aos fiéis, que acompanharam à distância pelos meios de comunicação social, um momento de louvor e adoração. Na Catedral Diocesana foram realizadas duas Missas: uma pela manhã com a presidência do Padre Luciano Guedes, Vigário Geral da Diocese e a outra à tarde, presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos.

“A Eucaristia é mistério, não porque se pauta em uma ação humanamente incompreensível e divinamente possível, mas por conta da profundidade que tais palavras, gestos e atitudes deixados por Jesus e celebrados na Missa possuem”. Estas foram as palavras do Bispo Diocesano durante a Missa de Corpus Christi.

Este ano, devido a Pandemia, a Solenidade foi realizada sem a presença dos fiéis. Concelebrou este momento, o Padre Luciano Guedes, assistido pelo Diácono Ricardo e os Seminaristas que prestaram auxílio no serviço Litúrgico. A Missa foi transmitida pelas redes sociais da Diocese e da Catedral e pela Rádio Caturité.

Na homilia, o Bispo falou sobre a presença real de Jesus Cristo no Sacramento da Eucaristia; ainda explicou as origens da solenidade e o valor incomensurável da Sagrada Comunhão: “A Mãe Igreja, além de, ininterruptamente, celebrar o Santo Sacrifício da Missa, solenemente uma vez por ano, ao festejar os Sacratíssimos Corpo e Sangue do Senhor, desde o século XII acentua por esta festividade a presença real de Cristo na Eucaristia e, portanto, a sua adoração”. Explicou.

Nesse intento, Dom Dulcênio também foi explicando a grande riqueza que é a Missa, onde o Cristo se manifesta por excelência no Sacramento do Altar fazendo-se presente: “É no Pão e no Vinho transubstanciados que contemplamos Jesus em toda a sua glória: a Missa é a concretização do Apocalipse, onde vemos o Cordeiro Imolado no Altar, cercado por uma multidão incontável de anjos e homens. Deus habita entre a humanidade agora mesmo, o Céu nos espera, a Missa nos espera, Jesus nos espera, pois a Missa é o céu na terra”. Destacou.

Sobre a comunhão, o Bispo de Campina Grande endossou sua catequese ensinando que a Eucaristia é a riqueza insuperável da Igreja, e que sempre o cristão deve ter em primeiríssima importância: “Quem não valoriza o mistério do Corpo e do Sangue de Cristo, cristão não é”. Disse.

Após a Santa Missa, o Bispo presidiu um momento de adoração e encerrou com a Bênção do Santíssimo Sacramento.

Por: Ascom
Fotos: Joaquim Urtiga

 

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