Em Lagoa Seca, Dom Dulcênio preside Missa festiva no Tríduo em honra à Virgem dos Pobres

Quem trafega na BR 104 passando pela cidade de Lagoa Seca, nas proximidades do quilômetro 115, bem na entrada da estrada que dá acesso ao Convento de Santo Antônio, depara-se com a gruta de Nossa Senhora Virgem dos Pobres, um lugar de peregrinação e fé. Na tarde deste domingo (18), o Bispo de Campina Grande, Dom Dulcênio Fontes de Matos, celebrou uma Missa festiva no Tríduo em honra à Virgem dos Pobres.

A Missa foi realizada no campo do Convento e foi concelebrada pelos frades franciscanos, contando com o apoio de noviços e seminaristas diocesanos nos serviços litúrgicos. O Convento organizou as cadeiras com a distância de um metro e meio uma da outra e reuniu uma boa quantidade de fiéis. Dom Dulcênio foi acolhido com entusiasmo pela comunidade franciscana, que se alegrou com a presença do Pastor Diocesano.

A pregação de Dom Dulcênio nesta Missa falou de justiça, de responsabilidade social, mas, acima de tudo, da vontade de Deus, que deve nortear as nossas ações. No Evangelho proclamado, o de São Mateus 22,15-21, um episódio conhecido, “Dai a César, o que é de César e a Deus o que é de Deus!”, o Bispo refletiu neste significado, explicando o que de fato pertence a César e o que de fato pertence a Deus.

Nessa ótica, o Bispo chamou a atenção para a política, a boa política, aquela feita com responsabilidade e posta a favor do bem comum; ensinava o Pastor Diocesano, que Deus serviu-se de um rei para libertar o povo oprimido, referindo-se ao rei persa, e que para tanto, Ele, servia-se da mediação política a fim de praticar a justiça.

“Um governo é bom, se governa o melhor que pode, para todos. Então, ele é bom para Deus também. Sem Deus, um governante poderia proclamar que o “bem comum” está sendo atendido quando os inadaptados são eliminados da sociedade. Quem, porém, quer “dar a Deus o que é de Deus”, nunca poderá dizer isso”, refletiu.

Dom Dulcênio também fez menção à Virgem dos Pobres, confiando os fiéis a sua intercessão, e pedindo-lhes que jamais se esquecessem de recorrer a sua proteção.

Por: Ascom
Fotos: Alexander Moreno

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