Dom Dulcênio Fontes de Matos preside Missa em honra a Nossa Senhora das Graças

O Instituto São Vicente de Paulo realiza o Tríduo em Honra a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.

Na noite dessa quarta-feira (27), dia em que a Igreja lembrou a Santidade de Santa Catarina Labouré, o Bispo de Campina Grande, Dom Dulcênio Fontes de Matos presidiu Missa em honra a Nossa Senhora das Graças, concelebrada pelo Padre Hachid Ilo e o Padre Jerônimo, da Diocese de Palmeira dos Índios. A Missa foi realizada na Igreja de São Vicente de Paulo, que fica às margens do Açude Velho.

A Igreja ficou pequena para a quantidade fiéis que estiveram participando desta Missa, onde na ocasião, o Bispo Diocesano falou sobre a história da Medalha Milagrosa relembrando a aparição de Nossa Senhora à Santa Catarina.  Ao final da Santa Missa foram distribuídas inúmeras medalhas milagrosas que foram abençoadas por Dom Dulcênio.

Hoje à noite (28), o Tríduo prossegue e o presidente da celebração é o padre Hachid e a animação da quermesse, após a Missa das 18h30, ficam por conta de Regina e Jonas. Amanhã, sexta-feira (29), quem preside a celebração é o padre José Assis, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, no Catolé. Quem anima a quermesse é Roberth Gonçalves.

A Medalha Milagrosa

Santa Catarina de Labouré nasceu em Borgonha (França) a 2 de maio de 1806. Era a nona filha de uma família que, como tantas outras, sofria com as guerras napoleônicas.

Aos 9 anos de idade, com a morte da mãe, Catarina assumiu com empenho e maternidade a educação dos irmãos, até que ao findar desta sua missão, colocou-se a serviço do Bom Mestre, quando consagrou-se a Jesus na Congregação das Filhas da Caridade.

Aconteceu que, em 1830, sua vida se entrelaçou mais intimamente com os mistérios de Deus, pois a Virgem Maria começa a aparecer a Santa Catarina, a fim de enriquecer toda a Igreja e atingir o mundo com sua Imaculada Conceição, por isso descreveu Catarina:

“A Santíssima Virgem apareceu ao lado do altar, de pé, sobre um globo com o semblante de uma senhora de beleza indizível; de veste branca, manto azul, com as mãos elevadas até à cintura, sustentava um globo figurando o mundo encimado por uma cruzinha. A Senhora era toda rodeada de tal esplendor que era impossível fixá-la. O rosto radiante de claridade celestial conservava os olhos elevados ao céu, como para oferecer o globo a Deus. A Santíssima Virgem disse: Eis o símbolo das graças que derramo sobre todas as pessoas que mas pedem”.

Nossa Senhora apareceu por três vezes a Santa Catarina Labouré. Na terceira aparição, Nossa Senhora insiste nos mesmos pedidos e apresenta um modelo da medalha de Nossa Senhora das Graças. Ao final desta aparição, Nossa Senhora diz: “Minha filha, doravante não me tornarás a ver, mas hás-de ouvir a minha voz em tuas orações”. Somente no fim do ano de 1832, a medalha que Nossa Senhora viera pedir foi cunhada e espalhada aos milhões por todo o mundo.

Santa Catarina passou 46 anos de sua vida num convento, onde viveu o Evangelho, principalmente no tocante da humildade, pois ninguém sabia que ela tinha sido o canal desta aprovada devoção que antecedeu e ajudou na proclamação do Dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora em 1854.

Santa Catarina Labouré entrou no Céu a 31 de dezembro de 1876, com 70 anos de idade. Foi beatificada em 1933 e canonizada em 1947 pelo Papa Pio XII

Por: Ascom
Fotos: Xico Morais

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