Diocese celebra o centenário de Dom Manuel Pereira da Costa, 3º Bispo Diocesano

No próximo domingo, dia 13 de setembro, a Diocese de Campina Grande celebrará a data que marca o Centenário de seu 3º Bispo Diocesano, Dom Manuel Pereira da Costa. A data de seu nascimento é 12 de setembro, mas a celebração no dia 13 também marca a tradicional Missa do Lar da Catedral Diocesana, que é celebrada às 10h do domingo e foi uma de suas marcas durante seu pastoreio. A celebração será presidida por Dom Genival Saraiva, bispo emérito de Palmares (PE), natural de Alcantil (diocese de Campina Grande) e ordenado sacerdote por Dom Manuel em 1965.

Dom Manuel Pereira foi Bispo de Campina Grande entre os anos de 1962 a 1981 e deixou marcas profundas na diocese. O Programa Bom Dia Irmãos, que até hoje vai ao ar às 6h20 da manhã na Rádio Caturité e Rádios parceiras com a mensagem matinal do Bispo Diocesano, foi criado por ele. A Missa do Lar, no domingo pela manhã, e a Missa do Feirante, celebrada no final do sábado, também foram instituídas por ele. Além disso, há vários relatos de suas lutas pelas causas sociais, a exemplo da luta contra o “Mão Branca”, que se instalou em Campina Grande e que Dom Manuel combateu criando a Comissão de Justiça e Paz na diocese.

Após a Missa, dentro das homenagens, será lançado um selo comemorativo, com a presença de dirigentes dos Correios e Telégrafos de Campina Grande.

BIOGRAFIA

Dom Manuel Pereira, natural de Pocinhos, nasceu no dia 12 de setembro de 1915. Foi ordenado sacerdote no dia 23 de março de 1940 na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma. Eleito Bispo em 31 de maio de 1954, recebeu a ordenação episcopal no dia 15 de agosto daquele ano na Basílica de Nossa Senhora das Neves, Arquidiocese de João Pessoa, onde tomou posse como Bispo Auxiliar. No dia 20 de junho de 1959 foi transferido para a Diocese de Nazaré da Mata, mas ficou pouco tempo. Três anos depois, seria transferido para a Diocese de Campina Grande, onde tomou posse no dia 30 de setembro de 1962. Nesta Diocese ficou até a sua renúncia, por motivos de saúde, em 20 de maio de 1981. Morreu em João Pessoa no dia 26 de julho de 2006. Seus restos mortais foram trazidos para Campina Grande no dia 6 de dezembro de 2009 e deixados na Catedral de Nossa Senhora da Conceição, em frente à imagem de São Joaquim.

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