“Deus Uno e Trino, unidos no mesmo amor por nós.” Dom Dulcênio na Solenidade da Santíssima Trindade

No domingo passado (31/05), com a solenidade de Pentecostes, a Igreja celebrou a plenitude dos mistérios pascais, já neste domingo (07) a Festa celebrada considera-se de altíssima importância, pois, a Igreja festeja a Revelação do Deus Uno e Trino, na Festa da Santíssima Trindade.

Na manhã deste domingo (07), na Catedral de Campina Grande, o Bispo Diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos, presidiu a Santa Missa no Lar e deixou sua mensagem dominical envolta da comunhão de amor que perpassa as Três Pessoas da Trindade. Concelebrou este momento, o Padre Luciano Guedes, acompanhado do Diácono Ricardo Soares e dos seminaristas, Vitor, João Igor e Gustavo Maciel que ajudaram no serviço do Altar.

Deus que se revela a Moisés é o mesmo que se faz carne e habita no gênero humano permanecendo na história por meio do Espírito Santo, um grande mistério divino que se traduz no amor: “Em Jesus, Deus aparece como comunhão de amor: o Pai, Jesus e o Espírito que age no mundo, esses Três estão unidos no mesmo amor por nós. Deus não é um ancião solitário, como muitos podem imaginar. Deus é amor, pois ele é comunidade em si mesmo, amor que transborda até nós”. Disse o Bispo, durante sua homilia.

E conforme pregava o Bispo, todos são partícipes desta comunhão, a humanidade está inserida, com Cristo, no meio da Trindade. “Deus é comunidade de amor, também nós devemos sê-lo, nele. Se tanto ele nos amou, a ponto de enviar seu filho, que deu sua vida por nós; também nós devemos dar a vida pelos irmãos, amando-os com ações de verdade. No amor que nos une”. Destacou.

Aprofundando sua reflexão, Dom Dulcênio destacou alguns pontos para viver o mistério da Trindade, partindo das virtudes teologais, a Fé, a Esperança e a Caridade. A respeito da primeira virtude, o Bispo ensinou que a fé não é só um fato do conhecimento, é também um dom da graça, que se insere em nossa mente: “Seria tolice de nossa parte, querer medir o mistério da Trindade com a razão ou analisá-lo com nossos conceitos. A mente humana é criada e limitada, enquanto que Deus é infinito e transcendente”. Pontuou.

No segundo aspecto trazido por Dom Dulcênio, a virtude da Esperança, o Bispo disse que todo proceder humano deve ser um ato de esperar em Deus: “Devemos esperar dEle todos os auxílios necessários”. Por fim, a Caridade,  e sobre essa virtude, o Pastor Diocesano indicou atitudes que implicam  no amor, e numa busca alegre por Deus:

“Devemos encontrar nossa alegria em Deus: ainda que privados de saúde, ainda que enfrentando uma pandemia, ainda que abatidos pela dor da perda de um ente querido. Devemos conservar a paz no coração, pois Deus não nos falta”. Concluiu o Bispo de Campina Grande.

Por: Ascom
Fotos: Joaquim Urtiga

 

 

 

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