Campanha da Fraternidade 2020 é lançada na Diocese de Campina Grande

Com o Tema “Fraternidade e vida: dom e compromisso” e o lema “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10,33-34), a Campanha da Fraternidade 2020 foi lançada oficialmente na Diocese. Igreja Matriz de Nossa Senhora da Guia, em Queimadas, foi o local escolhido.

Reunindo Padres, Diáconos, Seminaristas, autoridades civis, representantes das pastorais, grupos e movimentos da Diocese, a Campanha da Fraternidade foi lançada oficialmente na Diocese de Campina Grande na tarde desta terça-feira (03). O Lançamento se deu na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Guia, na cidade de Queimadas.

Partindo de um momento celebrativo, onde foi entoado o Hino da Campanha da Fraternidade, o Padre Saulo Rodrigues, responsável pela Comissão das Campanhas na Diocese, abriu o momento fazendo as devidas referências à importância da CF 2020, e desejando que as paróquias possam implementar ações concretas com a campanha deste ano.

Adiante, o Seminarista Luís Felipe, fez uma reflexão sobre o lema da CF, “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10,33-34); ademais,o Bispo Diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos, aludiu em concretas palavras, o grande convite da Campanha da Fraternidade 2020.

“A Campanha da Fraternidade 2020 convida pessoas, grupos, comunidades e todo o Brasil a ouvir a Parábola do Bom Samaritano, esse texto tão conhecido e compreensível, cujos ecos preenchem a nossa resposta de fé e vida na existência de tantos que carecem da nossa atenção e da nossa ajuda”. Disse o Bispo.

Lembrando a relação do tripé quaresmal, o Bispo de Campina Grande disse ser pertinente mais uma campanha, que lembra todas as demais: “Fazendo justiça ao tripé quaresmal da caridade (ou da esmola), esta Campanha sintetiza todas as demais: ela recolhe as tratativas das suas outras edições ao longo destes quase sessenta anos, mostrando que o pecado é sempre uma agressão à vida e, vice-versa, e que toda agressão à vida é sempre pecado”. Comentou.

Com o anseio de que a CF seja frutífera em todas as Paróquias da Diocese, Dom Dulcênio concluiu: “Cultivando-nos num espírito de conversão sincera e profunda pela Campanha da Fraternidade, devemos redirecionar o olhar para o próximo, identificando nele um irmão, comprometendo-nos com ele, sujeitando-se se a circunstância assim nos impelir, como o samaritano da Parábola. Que o constante ver, julgar e agir propostos por esta Campanha da Fraternidade inspire-nos a alteridade em meio a tantas exigências de compromisso com a vida plena para todos”.

Após a locução do Bispo, o Professor Artur Rodrigues, tratou de trazer à tona, os objetivos e as propostas da Campanha da Fraternidade, explicando do ponto de vista religioso e social, a importância de se voltar à CF e com ela se comprometer, uma vez que, ajudando ao próximo é a Cristo que se faz.

Por: Ascom
Fotos: Rafael Augusto

 

 

 

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