“A messe é grande, mas poucos são os operários” Refletiu o Bispo no 11° Domingo do Tempo Comum

Na Catedral de Campina Grande, o Bispo Diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos, presidiu à Missa do Lar, neste 11° Domingo do Tempo Comum: “A messe é grande, mas poucos são os operários; por isso, Jesus nos desafia a nos unir a ele na missão”. Disse.

A Igreja celebrou neste domingo (14), o início da 11ª primeira semana do Tempo Comum. Em Missa presidida pelo Bispo Diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos, e concelebrada pelo Padre Luciano Guedes, a mensagem dominical foi em torno do chamamento do Senhor a serem seus seguidores.

A Missa deste 11° domingo também  contou com a participação do Diácono Ricardo Soares e dos seminaristas que ajudaram no serviço litúrgico. A Celebração foi transmitida pelas redes sociais e pela Rádio Caturité.

Na homilia, o Bispo destacou o amor de Cristo que remiu a humanidade. E toda a trajetória da história de salvação, passa pelo chamado e ensinamento de Jesus transmitido aos seus discípulos.

Segundo os ensinamentos do Bispo, a determinação de anunciar o Evangelho segue até os dias atuais, e nesse sentido, o Bispo colocou-se a refletir sobre a missão de todo batizado:

“Estamos preocupados com a missão? Estamos preocupados com o próximo? Preocupados em todos os aspectos, espiritualmente e socialmente? Nós mesmos, somos fervorosos na oração? Se não somos fervorosos na oração e na ação, que resposta daremos ao Senhor?”. Refletiu.

Prosseguindo sua reflexão a partir do Evangelho, onde Jesus chama os Doze para segui-lo, o Bispo lembrou que Jesus concedeu autoridade aos Apóstolos para e expulsar os espíritos malignos, curar os doentes e serem emissores da Boa Nova. “Quem age em nome de Jesus vence os demônios que se manifestam nos dias de hoje através das drogas, dos vícios, da corrupção”. Ponderou.

O Evangelho deste domingo é um convite a ser igreja, e no seguimento dos passos de Jesus, ser um agente transformador da sociedade. “Somos chamados a evangelizar pela palavra, pelo exemplo, pela oração ou pelo sofrimento, com vistas a transformar a sociedade. Que a sociedade se torne mais santa, mais humana e mais fraterna. Não podemos esquecer que nós somos construtores do Reino de Deus”. Concluiu o Bispo.

Ascom
Fotos: Joaquim Urtiga

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