2ª Domingo da Páscoa: Bispo preside Missa na Catedral de Campina Grande

Na Missa deste domingo (19) O Bispo falou sobre o chamado que Cristo faz à conversão, bem como, do sentimento para com os fiéis que estão distantes dos Sacramentos, devido à Pandemia do Covid-19, e os encorajou na fé.

Dom Dulcênio Fontes de Matos presidiu a Missa na Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Conceição, em Campina Grande, neste segundo domingo da Páscoa e sua mensagem de fé tratou do tema: “As vestes de Cristo em nós”. A Missa contou com a participação e assistência litúrgica do Diácono Ricardo Soares e o apoio dos Seminaristas João Igor e Victor Souza. A celebração foi transmitida pelos Meios de Comunicação, rádio e internet.

A oração deste dia, proposta pela liturgia é um pedido ao Bom Deus para que os fiéis compreendam melhor o seu batismo e assim diz: “Ó Deus de eterna misericórdia, que reacendeis a fé do vosso povo na renovação da festa pascal, aumentai a graça que nos destes. E fazei que compreendamos melhor o batismo que nos lavou, o espírito que nos deu nova vida e o sangue que nos redimiu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo”. Nessa perspectiva o Bispo discorreu sua homilia.

Na primeira parte da homilia de Dom Dulcênio, o Bispo começou lembrando que este segundo domingo também é conhecido como o Domingo da Divina Misericórdia graças a instituição desta alcunha pelo Papa, São João Paulo II, no dia 23 de maio do ano 2000.

Ao lembrar a rica tradição litúrgica deste domingo, o Bispo discorreu sobre o batismo e o sentido de conversão que este sacramento concede: “Quando do mergulho batismal e a unção do Santo Crisma, o que foi batizado é investido de uma veste diferente, aparentemente material, mas eminentemente espiritual: “[…] nasceste de novo e foste revestido de Cristo. Recebe, portanto, a veste batismal, que deves levar sem mancha até a vida eterna, conservando a dignidade de filho de Deus”. E como levá-la pura e sem nódoa ou mancha de pecado?”. Explanou.

Com o Sacramento do Batismo, Jesus convida à conversão de uma vida nova cheia de esperança e de fé, explica o Bispo de Campina Grande: “Sim, a nossa vida de fé, representada na Primeira Carta de São Pedro como sendo mais valiosa do que o ouro perecível e no Rito do Batismo pela brancura da veste batismal, deve ser conservada no seu valor inalienável e na sua pureza imaculada. E cada cristão, no seu cotidiano, sempre assistido pelo Espírito do Ressuscitado que nos concede o devido discernimento entre as sombras deste mundo, deverá descobrir pelo presente e pelo futuro que tem adiantes de si como preservar a graça batismal”. Ensinou Dom Dulcênio.

Explicando o Evangelho, o Bispo falou do Sacramento da Confissão e da sua eficácia para a salvação do homem: “O Evangelho de hoje, inspira-nos a um recomeçar quando do tropeço e queda do pecado, sujando a integridade do nosso espírito. É no Sacramento da Confissão que se encontra paz, porque religa-nos a comunhão com Deus, com a Igreja e consigo mesmo, ao que foi absolvido. A experiência do Sacramento da Reconciliação é aquela de resgatar a alvura da nossa vida íntegra de fé, de lavar e alvejar a nossa veste no Sangue do Cordeiro após as grandes tribulações da vida”. Pontuou.

Na segunda parte da homilia, Bispo externou seu sentimento para com os fiéis que estão sem os sacramentos devido às recomendações de isolamento social. Pensando na realidade atual dirigiu uma palavra de consolo a todos.

Reiterando a importância da Missa, Dom Dulcênio pediu a todos que mantivessem a esperança e que comungassem espiritualmente: “A Missa é encontro, Deus convida a sua família para se encontrar com seus filhos e filhas na Missa. Na Missa cumprimentamos nossos irmãos, cantamos juntos, damo-nos as mãos, nos saudamos antes da comunhão, e o mais importante, comemos e bebemos juntos na Ceia do Senhor.  Encontro que vocês não podem realizar devido o momento que a humanidade passa, por conta do convid 19. Com as portas dos nossos templos fechadas, o meu coração de Pastor dói profundamente ao comungar e não puder compartilhar com vocês que estão em casa. A minha palavra para todos, comunguem espiritualmente”. Confessou.

E por fim exortou: “Não desanimem queridos filhos e filhas, não desanimem! Em breve, com a graça de Deus, o bem vencerá o mal e estaremos juntos participando do Banquete do Senhor, como sempre fizemos, porque é na Santa Missa que realmente acontece o encontro com Deus e com os irmãos. Sinto saudade de todos, rezo e comungo na intenção de todos. Amém”. Terminou.

Por: Ascom
Fotos: Rafael Augusto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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